
O protesto "violação não se filma, condena-se" chegou à 'praça pública' depois de ter sido conhecido o caso de uma jovem menor de 16 anos que alegadamente foi violentada sexualmente por três criadores de conteúdos digitais - que ficaram em liberdade - em Loures.
Por conta disso mesmo, centenas de pessoas rumaram, este sábado, 5 de abril, para a entrada da Assembleia da República, em Lisboa, com o intuito de se manifestarem em prol não só desta jovem como de outras mulheres vítimas de crimes sexuais.
Entre as organizadoras e as associações presentes, várias mulheres e jovens portuguesas fizeram questão de marcar presença no local. Entre elas também estiveram algumas caras bem conhecidas do público como Inês Herédia.
Nas redes sociais, a atriz fez questão de se mostrar no local e deixou uma sentida mensagem a acompanhar as imagens da manifestação onde várias frases de alerta foram erguidas em cartazes.
"Começámos poucas, estamos muitos mas continuamos a ser poucas. Acima de tudo, poucos. Escorrem-me as lágrimas e não consigo gritar, oiço os gritos e não me sai uma palavra, sinto-me em oração, em descrença. Ainda aqui estamos", escreveu Inês Herédia, como se pode verificar em baixo.