O Sporting cumpriu com distinção na receção ao Marítimo, ciclindrando a equipa do Funchal, por 35-24.

Já preparados para o habitual sistema táticos dos insulares, o sete contra seis no ataque, a tática do Marítimo voltou a desmonstrar que se encontra muito mal oleada, pelo menos contra equipas como a dos leões, pois ao intervalo o Sporting já vencia por 11 golos (20-9).

A segunda parte não teve história, com Salvador Salvador a ser o maior protagonista da partida, pois o capitão do Sporting marcou 11 golos, muitos dos quais de baliza aberta, sem guarda-redes.

Pedro Portela também se destacou com 6 golos pelo Sporting, enquanto Délcio Pina foi o melhor marcador do Marítimo, com 5.

O Sporting isolou-se no comando da classificação da fase final do Grupo A, com 38 pontos, colocando pressão no clássico deste domingo, entre Benfica (31) e FC Porto (35), na Luz, enquanto o Marítimo (28) já ficou matematicamente arredado do título.

O treinador do Sporting, Ricardo Costa, ficou satisfeito com a sua equipa: "Excelente resposta contra o sete contra seis, obrigámos o Marítimo a estar sempre sob pressão. A nossa primeira parte foi muito boa, na segunda houve maiores falhas. A ganhar por 11 ou 12, o adversário ainda fez parcial de 5-0, ficou a 8, mas a nossa vitória foi sem contestação."

O técnico diz que a equipa tem treinado contra o sete contra seis: "Temos três adversários com esta arma, é tema que tem de fazer parte do nosso treino, temos cada vez mais ferramentas para levar o jogo para onde queremos. Era imperioso ganhar o jogo."

Sobre o futuro da equipa na Champions, Ricardo Costa adverte: "Não há equipas fáceis, tinhamos algum trabalho feito na análise ao Wisla Plock, mas o Nantes também nos faz sonhar, com a vantagem de decidir no fator casa. Vamos continuar a desfrutar, com um jogo que é de uma vida."