Defesa destacou reação dos leões na segunda parte, além da ajuda dos "meninos" na ausência dos pesos-pesados

Matheus Reis foi curto mas direto. O defesa, de 30 anos e ontem subcapitão no triunfo (1-0) que carimbou o passaporte do Sporting para as 'meias' da Taça - encontra agora o Rio Ave em duas mãos -, lamentou a entrada menos conseguida dos leões contra o Gil Vicente, algo que, diz, motivou alguns reparos ao intervalo.
"É uma passagem merecida. Porém, fizemos uma primeira parte que não condiz com a nossa equipa. Faltou espírito, faltou correr, mas fizemos uma segunda metade completamente diferente, com maior intensidade, agressividade - algo que nos foi pedido e que era notório que estava a faltar", atirou em declarações à RTP 3, onde acrescentou: "Foi uma vitória da atitude. É a maior diferença da primeira para a segunda parte. Ganhar mais duelos, aumentar a intensidade..."
Aproveitou, também, para elogiar quem tem subido da equipa B e ajudado os campeões nacionais: "Nos últimos jogos caímos mais nas segundas partes... É difícil. Estamos a viver um ano atípico, com muitas lesões, coisas que nem conseguimos entender... Mas temos os meninos que subiram para ajudar e que são importantes. Quem está, tem de dar conta do recado. Fomos felizes e conseguimos a qualificação."
"É uma passagem merecida. Porém, fizemos uma primeira parte que não condiz com a nossa equipa. Faltou espírito, faltou correr, mas fizemos uma segunda metade completamente diferente, com maior intensidade, agressividade - algo que nos foi pedido e que era notório que estava a faltar", atirou em declarações à RTP 3, onde acrescentou: "Foi uma vitória da atitude. É a maior diferença da primeira para a segunda parte. Ganhar mais duelos, aumentar a intensidade..."
Aproveitou, também, para elogiar quem tem subido da equipa B e ajudado os campeões nacionais: "Nos últimos jogos caímos mais nas segundas partes... É difícil. Estamos a viver um ano atípico, com muitas lesões, coisas que nem conseguimos entender... Mas temos os meninos que subiram para ajudar e que são importantes. Quem está, tem de dar conta do recado. Fomos felizes e conseguimos a qualificação."