
A Yamaha deixou sinais promissores na pré-época de MotoGP, mas que não estão a ter eco durante as corridas – parecendo ser, neste momento, o construtor menos competitivo do pelotão. O trabalho não cessa, e os próximos meses serão muito agitados, segundo Fabio Quartararo.
O piloto da Monster Energy Yamaha admitiu que trabalhar sem ver os resultados a surgirem é uma situação complicada: ‘É difícil, em especial quando acreditas muito em algo e o resultado não está a surgir tão rápido como queres não é fácil’.
Quartararo revelou depois que a agenda até à pausa de verão será extenuante: ‘Em especial a primeira parte da época será mesmo muito dura para nós, porque penso que de Jerez até à pausa de verão iremos pilotar todas as semanas – entre corridas, testes IRTA e testes privados. Penso que tenho seis ou sete dias de testes de Jerez a Brno. É muito, mais os testes IRTA, mais as corridas’.
A intensidade será grande, e «El Diablo» frisou que os testes têm de servir para experimentar novos componentes: ‘Os testes são sempre bons para pilotar e fazer mais voltas, mas pilotar sem testar algo realmente importante não tem sentido. Então, se fizeres assim tantos testes, é também importante ter coisas para testar’.