Médio inglês, de 21 anos, trocou o Tottenham pelos fogaceiros no último verão e tem-se exibido em bom plano

A viver a sua primeira experiência fora de Inglaterra, Nile John, que no último verão trocou o Tottenham pelo Feirense, tem sido bastante feliz em Santa Maria da Feira e não surpreende, por isso, que faça um balanço positivo da temporada.
"Tem sido uma experiência muito benéfica para mim. O clube permite-me ser quem sou. É claro que no início da temporada passas por altos e baixo ao tentar aprender a língua, adaptares-te aos treinos, mas faz parte do processo de ser um jogador profissional", referiu o médio, em declarações à Liga, explicando as diferenças entre o futebol que encontrou em Portugal e o que conhecia no seu país: "Penso que é a perceção tática. Creio que é muito difícil marcar golos nesta liga. As equipas têm muita consciência tática e essa é a maior diferença entre os dois países."
Além disso, o inglês, de 21 anos, que já fala um pouco de português, traçou os objetivos pessoais e coletivos para o que falta jogar. "Para mim, conseguir contribur com golos é algo que espero que continue até ao resto da temporada. Espero marcar mais golos e evoluir como jogador, levar alegria e entretenimento aos adeptos, porque acredito que temos os melhores na Liga. Em relação à equipa, gostava de nos ver ter sucesso e lutar para subir o mais alto possível. Estamos numa posição muito melhor atualmente, mas gostaria que terminássemos em grande", finalizou.
"Tem sido uma experiência muito benéfica para mim. O clube permite-me ser quem sou. É claro que no início da temporada passas por altos e baixo ao tentar aprender a língua, adaptares-te aos treinos, mas faz parte do processo de ser um jogador profissional", referiu o médio, em declarações à Liga, explicando as diferenças entre o futebol que encontrou em Portugal e o que conhecia no seu país: "Penso que é a perceção tática. Creio que é muito difícil marcar golos nesta liga. As equipas têm muita consciência tática e essa é a maior diferença entre os dois países."
Além disso, o inglês, de 21 anos, que já fala um pouco de português, traçou os objetivos pessoais e coletivos para o que falta jogar. "Para mim, conseguir contribur com golos é algo que espero que continue até ao resto da temporada. Espero marcar mais golos e evoluir como jogador, levar alegria e entretenimento aos adeptos, porque acredito que temos os melhores na Liga. Em relação à equipa, gostava de nos ver ter sucesso e lutar para subir o mais alto possível. Estamos numa posição muito melhor atualmente, mas gostaria que terminássemos em grande", finalizou.